Acádia (em francês: Acadie), quadro pintado por Patrícia Amato, é o nome dado pelos exploradores franceses para seus territórios na costa atlântica da América do Norte durante os séculos XVII e XVIII.
Os primeiros colonos franceses a se instalarem na região seriam depois conhecidos como acadianos. Os acadianos não queriam saber dos conflitos entre franceses e britânicos - ao invés disso, se isolaram em pequenas comunidades, mantendo amigáveis contatos com nativos locais - fato que influenciou pesadamente os costumes dos acadianos. A maior parte dos colonos franceses que colonizaram a Acádia instalou-se na Nova Escócia e em Nova Brunswick e o termo Acádia é geralmente usado em referência a estas duas províncias.
Em 1755, os britânicos conquistaram os territórios franceses no Atlântico, pondo fim ao controle francês na região. Boa parte da população acadiana foi expulsa da região (deportadas principalmente para a França), enquanto outros emigraram para a Lousiana (então ainda sob controle francês) e outros para o Canadá.
Atualmente, a cultura acadiana (que possui claras diferenças com a cultura quebequense, sendo o francês acadiano um dialeto substancialmente diferente do francês) ainda sobrevive, tendo uma forte presença na província canadense de Nova Brunswick (única província canadense em que ambos inglês e francês são línguas oficiais) e na Nova Escócia, com menores comunidades espalhadas em Pensilvânia, Vermont, Ilha do Príncipe Eduardo, Terra Nova e Labrador, Louisiana e Maryland.
A nação Acadiana possui um monumento na cidade de Québec em sua homenagem, para lembrar sua importância para a província: muitos de seus habitantes têm, dentre seus ancestrais, acadianos que vieram se instalar em Québec após 1755.
Fonte: Wikipédia
Quem já teve a oportunidade de viajar a passeio para um hotel agradável ou para a casa de amigos sabe que sempre chega um momento em que sentimos vontade de voltar para a casa.
Nossa casa é nosso "porto seguro", onde podemos ser nós mesmos, ficar à vontade e relaxar. É um lugar que nos dá abrigo, morada, segurança e proteção. Em nossa casa, encontramos lugares mesmo no escuro. Encontramos-nos conosco, com nossa essência, com nosso Verdadeiro Ser - muitas vezes escondido ou esquecido há muito tempo.
A LUPA oferece a você e à sua organização trabalhos que ajudam a resgatar esta verdadeira essência, aquilo que se encontra acima das aparentes dificuldades, resistências e crenças limitantes. LUPA é um jeito diferente e humanizado de ajudá-lo a ver as coisas mais ampliadas, permitindo atuar em níveis mais profundos. A "casinha azul" representa a "volta para casa", a "volta para a verdadeira essência" de si mesmo e de sua organização.